quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Riscos empresariais – preparando-se para os imprevistos

O fator de sucesso de um Planejamento Estratégico é a realização das estratégias para o alcance da visão nas empresas, mas existe uma etapa no PE que muitas vezes não é realizada, ou melhor dizendo, não se dá a devida importância e é fator de muita relevância, a Análise dos Riscos Empresariais.

O conceito é: Risco é à consecução dos objetivos de uma organização, à luz das incertezas do mercado e do setor de atuação da organização, do ambiente macroeconômico e dos próprios processos da organização.

O bom é que as organizações estão começando a se preocupar mais em saber qual o seu grau de exposição frente às ameaças que podem comprometer a estabilidade de suas operações. Arriscar faz parte da estratégia, conhecer e gerenciar os riscos é administrar o futuro.

Não tem como analisar os riscos sem estudar minuciosamente os processos que sustentam as organizações, verificar realmente onde a empresa pode ou não ficar vulnerável, identificar seus processos críticos e qual sua capacidade minimiza e controlar esses impactos. Para cada pergunta é necessário a mesma resposta: Conhecer para proteger.

Essa análise deve ser abrangente identificando todos os potenciais riscos da organização, que podem ser classificados em: risco de saúde e segurança, risco ambiental, risco financeiro, risco legal, risco do negócio, risco tecnológico, risco operacional, risco regulatório, risco externo, risco interno, dentre outros. O MEG (Modelo de Excelência da Gestão®) faz a empresa se questionar referente a esse tema e desenvolver ações para minimizar esses impactos no resultado. É importante cumprir algumas etapas: identificação, classificação, análise e tratamento dos riscos empresariais.

O conceito de análise de risco está relacionado à figura de Inteligência Competitiva, uma vez que agrega solidez" à informação corporativa. Quem sabe, com a condição de controlar as ameaças, não poderemos derivar desta ferramenta o conceito de "administração de cenários"? A escolha é sua: quem dará as cartas?

Por: Leonardo Siqueira Borges