sexta-feira, 30 de julho de 2010

A importância dos sistema de informação
A informação é tudo na administração! Todos confirmam e concordam com essas assertativa. No entanto, é unânime também o conjunto de características necessárias para que esse fundamental "instrumento de trabalho" realmente atenda ás necessidades dos gestores: agilidade - disponível no tempo certo e confiabilidade - coesa, correta. E além, precisa ser "certeira", istó é, ágil, confiável e para quem ela realmente será útil.
A computação corporativa tem uma linha evolutiva particular, tendo como uma de suas principais metas, possibilitar que a informação tenha esse conjunto de características, criando novos e melhores instrumentos de apoio à tomada de decisão. Uma prova disso é a tecnologia ERP (Enprise Resource Planning), que otimiza o tráfego de dados dentro da corporação (on-line), minimiza a manipulação e como conseqüência, assegura uma maior confiabilidade para as informações.
Apesar de sua recente popularização, o conceito de siastemas integrados não é novidade, ele sempre existiu, mesmo quando a informatização era um sonho distante, afinal, os Sistemas de Informação não dependem de informática ou tecnologia para serem elaborados; eles dependem de conhecimentos administrativos e operacionais. Houve uma época em que a informática era um privilégio para poucos, os equipamentos eram muito caros, havia pouca disponibilidade de mão-de-obra e sua instalação exigia grandes investimentos em infra-estrutura. Mas os Sistemas de Informação sempre existiram, de uma maneira ou de outra, os dados eram processados e transformados em informações, ainda que de uma forma muito mais trabalhosa.
A principal vantagem proporcionada pela tecnologia aos Sistemas de Informação é a capacidade de processar um gigantesco número de dados simultaneamente, tornando a disponibilização das informações demandadas, praticamente on-line. Mmas de pouco adianta esse potencial se os sistemas (rotinas, processos, métodos) não estiverem muito bem coordenados e analisados. Informatizar sistemas ruins traz novos problemas e nenhuma solução, além de nublar as possíveis causas dessas falhas. Essa situação infelizmente é bastante comum nas empresas, pois existe uma grande confusão sobre análise de sistemas operacionais/corporativos e programação desses sistemas.
A atribuição do desenvolvimento dos sistemas da corporação e sua análise, é uma ferramenta que cabe aos administradores, cabendo à área técnica, apenas automatização/informatização dos sistemas apresentados. os distribuidores de ERP (SAP, Microsiga, RM Sistemas, Datasil, etc) apresentam essa característica de diferenciação de tarefas e atribuições, o que garante o sucesso dae implementação do sistema.
O computador não pensa, apenas realiza as tarefas que lhe são "ensinadas". O desenvolvimento dos Sistemas de Informatização, bem como sua análise, devem ser feitos de maneira independente. Uma vez desenvolvidos os processos, resta apenas transmití-los à máquina. A eficiência dos sistemas não é medida pela informatização, mas pela qualidade e eficiência dos métodos, assegurando a informação desejada, confiável e no tempo certo.
O entendimento dessa diferença (desenvolvimento de Sistema de Informação versus Programação), proporciona a criação de processos/rotinas mais adequados, mais segurança, maior controle, além de possibilitar à empresa, uma análise clara dos benefícios (ou não) que a informatização pode trazer.
Os sistemas de informação são peça fundamental para as empresas, não apenas na elaboração de relatórios, mas fazem parte de todos os departamentos e atividades da companhia, desde o simples controle até a confecção de planos estratpegicos complexos. Tudo o que acontece, todos processos, são regidos por um sistema, que pode ou não ser informatizado. Mais um vez, deve ser considerada a importância do administrador nesse processo, que é nada menos que vital para a corporação.
Mais do que um modismo, a tecnologia deve ser compreendida como uma ferramenta, um dos diversos métodos para assegurar qualidade, competitividade, redução de custos e principalmente, satisfazer os desejos e anseios dos clientes, que são a verdadeira razão de ser das empresas.
Fonte: Orlando Orlandine - Artigo no site: www.bonde.com.br

quarta-feira, 28 de julho de 2010

A liderança eficaz dentro das empresas
Embora algumas correntes insistam em associar liderança de atributos, a qualificações ou ao "carisma" de indivíduos, os teóricos há muito passaram a priorizar as relações, e não a pessoa, como objeto de estudo da liderança. A liderança como exercício de um papel, não necessariamente de uma autoridade formal, já está estabelecida na literatura. Por que, portanto, sobrevive o olhar do líder como pessoa sobrenatuarl, predestinado a nos comandar? No outro extremo, os programas gerenciais de liderança que proliferam, que se concentram em habilidades individuais (como comunicação, negociação...), embora desenvolvam competências úteis, jamais foram algo que mereça ser chamado de "líder". Segundo Dave Ulrich (2000) " a liderança eficaz exige atributos e resultados". Os atributos, se bem desenvolvidos, são importantes; se mal desenvolvidos comprometem a eficácia dos líderes. Ainda ele: "os líderes que exibem atributos sem resultados têm idéias sem substância'. É nesse ponto que questionamos os esforços dos profissionas de RH quando elaboram projetos detalhados de mapeamento do perfil competências em liderança, mas com muita dificuldade para vincular esse "mapa de competências" a resultados (ou números) que devem ser, necessariamente, obtidos para validar os esforços e comprovar a eficácia do RH. O poder da liderança pode contribuir com mudanças positivas em todos os campos da vida do ser humano, no trabalho, em casa ou até mesmo em relacionamentos. O comprometimento total das lideranças na construção de um processo seja de planejamento estratégico, de competências ou outro qualquer, deve ser integral, de corpo e alma, sob pena de gastar dinheiro com workshop's e reuniões infrutíferas e continuar administrando a empresa pelo espelho retrovisor. Assim, muitos processos de desenvolvimento organizacional são fundamentados no presente; desenham a realidade, em detrimento do esforço sempre maior de visualizar o futuro e as copetências que deveremos adquirir para continuar à frente das tendências e capazes de inovar continuamente.
Para conectar atributos de liderança de resultados, a chave mestra é o gerenciamento do desempenho. Se de um lado, as empresas definem a sua estratégia, os seus objetivos e as suas metas, de outro é necessário que esse conjunto de intenções seja transferido para o dia a dia de todas as pessoas. Somente conseguimos isso desenvolvendo um processo que assegure que líderes e liderados estarão orientados para as intenções (estratégia, objetivos e metas) através do gerenciamento pontual do desempenho. Nessa perspectiva, a avaliação de desempenho passa a segundo plano. Na verdade, deixamos de utilizar o termo avaliação e passamos a utilizar o termo revisão de desempenho. Pois é um processo continuado, associado a objetivos e metas. A liderança torna-se eficaz, quando ela permanece mesmo na ausência do líder. A liderança invisível, sendo praticada e exercida pelos métodos traçados anteriormente. Todos os envolvidos no processo de desenvolvimento empresarial sabem o que a empresa necessita para sobreviver. As características fortes do líder são formada por 3 Hs: Humildade, Humanidade e Humor. A liderança se baseia em propósito, visão e valores. Não é uma qualidade que possa ser racionada ou controlada. O propósito estabelece o destino. A visão é para ver onde você está indo e os valores para guiá-lo em direção a um futuro de sucesso sustentável a longo prazo. Portanto os líderes são necessários para guiar a organização e desenvolver outros líderes.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

O PAPEL DOS SUPERVISORES

O desafio maior dos gerentes e supervisores é como obter e manter o cumprimento da legislação e das normas internas dentro da empresa. O principal aspecto nesta questão é garantir que estes líderes sejam o exemplo dentro da organização através de atitudes pró-ativas com relação às questões de segurança, saúde, qualidade e meio ambiente na melhoria contínua das condições de trabalho.
A alta administração da empresa por sua vez, deve determinar as diretrizes através de sua política de Segurança, Qualidade e Meio Ambiente. As pessoas estão muito mais propícias, disponíveis a cumprir as normas e procedimentos quando possuem o exemplo dos seus líderes, em todos os seus níveis. Os gerentes e supervisores devem ser questionados sobre o modelo de liderança transmitindo aos trabalhadores, com atenção para os seguintes aspectos:
- Com que freqüência as normas não são seguidas?
- Com que freqüência as pessoas são reconhecidas por suas atitudes pró-ativas?
- Como é o comportamento dos líderes diante dos procedimentos a serem seguidos?
- Com que ênfase são transmitidas as necessidades do cumprimento dos procedimentos e da lesgislação?

Um dos aspectos básicos no gerenciamento é não concentrar esforços nas conseqüências e sintomas e sim nas causas, procurando atender porque as pessoas deixam de cumprir os padrões de desempenho ou não fazem o que se supõe que deveriam fazer. Alguns aspectos devem ser descobertos e implantados para tentar entender o comportamento dos trabalhadores, que diante das situações adversas decidem erradamente o que fazer, causando os acidentes.
A maioria das razões, com certeza, diz respeito ao modelo de gerenciamento apresentado pela administração e seus prepostos. Em muitos casos, os trabalhadores possuem uma grande deficiência de informação, motivação e treinamento. Cabe à empresa, criar mecanismos alternativos para garantir a melhoria dos recursos humanos, pois os trabalhadores são e sempre serão o maior patrimônio da empresa.
Temos que atuar na disciplina preventiva, que significa trabalhar os líderes nos aspectos educativos que possam evitar as atitudes que levam o não cumprimento dos procedimentos internos, evitando a ação disciplinar corretiva. Aqui estão alguns aspectos que devem ser trabalhados para garantir o cumprimento dos procedimentos:
- Assegurar que as regras sejam conhecidas e a razão da sua necessidade;
- Enfatizar porque o cumprimento dos procedimentos são de interesse do trabalhador;
- Instruir os trabalhadores sobre os métodos e práticas adequedas ao trabalho;
- Avaliar a capacidade física e psicológica do trabalhador de executar um tarefa, considerando a possibilidade de deslocá-lo para outra com menor grau de exigência, impedindo que um erro grave previsível aconteça;
devemos ter a capacidade de assimilar situações de risco, como por exemplo:
- Trabalhador exercendo uma tarefa inadequeda;
- Treinamento inadequado;
- Comunicação deficiente;
- Condiçoes de trabalho inadequeda;
- Fracasso ao detectar preventivamente os sinais de um trabalhador com problemas;
- Instruções deficientes e/ou inadequadas.

"Nunca tratar as pessoas como máquinas, não respeitando suas limitações técnicas, físicas e psicológicas."

quinta-feira, 22 de julho de 2010

PREPARANDO SUA EMPRESA PARA A ECONOMIA VERDE
No ano de 2009 presenciamos um aumento mundial da importância da chamada economia verde, ou seja, da economia ambientalmente sustentável.
No Brasil, tanto o Governo Federal como o Governo do Estado de são Paulo criaram políticas governamentais envolvendo a preservação do meio ambiente e o combate ao aquecimento global.
Com a divulgação dada ao tema pela mídia e com a adoção dessas novas políticas governamentais, é de esperar que em 2010 ocorra o crescimento da demanda por produtos e serviços verdes, o que certamente derará novas oportunidades para as empresas brasileiras, inclusive no mercado externo.
Entretanto, existem aspectos práticos que devem ser analisados pelos empresários interessados em participar desse novo mercado. Um deles está relacionado à implantação de tecnologias verdes para adequação de produtos e serviços às novas exigências do mercado.
Desenvolvimento e aplicação de tecnologias verdes nas atividades empresariais:
Apesar das empresas em alguns países já se encontrarem em fase adiantada no desenvolvimento e aplicação de tecnologias verdes, como é o caso da china, no Brasil elas ainda se encontram numa fase muito inicial.
Além desse descompasso em relação a alguns países, devemos lembrar que adequação de uma empresa às novas tecnologias verdes não se dá de forma imediata, ou seja, isto requer tempo e investimentos em pesquisas de novos processos, produtos e serviços.
Para se ter uma idéia da abrangência dessas tecnologias e seus aplicações, devemos ressaltar que estamos falando em processos e produtos e serviços que atendam pelo menos alguns dos requisitos abaixo:
a) processos de produção e de prestação de serviços que poupem energia;
b) processos industriais menos poluidores;
c) utilização de matérias primas recicladas e que não agridam o meio ambiente;
d) substituição da utilização de combustíveis fósseis por combustíveis renováveis;
e) produtos com maior durabilidade e que possam ser reutilizados no final da sua vida útil;
f) produtos com menor de energia mais eficiente;
g) práticas comerciais que sejam eficientes no aspecto energético e que respeitem o meio ambiente;
Para que estes investimentos se tornem realidade é preciso que o empresário pesquise quais os canais disponíveis para que sua empresa tenha acesso às essas novas tecnologias.
Diante das oportunidades apresentadas por este novo mercado não deixe a adequação do seu negócio a estas novas tecnologias para o futuro. Tenha em mente que as empresas que saírem na frente aproveitarão melhor as oportunidades de negócios geradas pela economia verde.
Fonte: Sebrae SP

quarta-feira, 21 de julho de 2010

PADRONIZAÇÃO DOS PROCESSOS
Padronizar os processos é necessário para que seja possível administrar as rotinas de trabalho. Quando falo de processos não estou somente me referindo ao processo de costura, estou falando de todos os processos em qualquer área dentro da empresa.
O padrão é o instrumento que indica os procedimentos para execução dos trabalhos de tal forma que cada um tenha condição de assumir a responsabilidade pelos resultados de seu trabalho, ou seja, é o próprio planejamento operacional do trabalho executado.
Muitas vezes os tempos são cronometrados e não são documentados conforme foram realizados, resultado:
  • Quando um funcionário sai da empresa vai com o mesmo, a forma de executar o processo e não fica nada do como executar o processo.
  • Treinar um funcionário novo sem o processo documentado é muito mais complicado e demorado.
  • Fazer com que vários funcionários que executam o mesmo processo realizem este processo da mesma forma sem a documentação é também mais complicado.

LEMBRETE:

Sem padronização fica impossível de se estabelecer um "padrão de trabalho".

Mais de 90% das pessoas de uma empresa são operadores, estas consomem a maioria do tempo na função de operação. Quer mais um motivo para fazer a padronização dos seus processos?

O que padronizar primeiro?

  • Se acontecer um pequeno erro, afeta a qualidade do produto.
  • Ocorrem problemas constantemente na visão dos líderes do processo.
  • Já aconteceram acidentes no passado.
  • Existe muita reclamação dos clientes.
  • Etc.

Fonte: www.consultoriaindustrial.com.br

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Desperdícios, conheça e elimine-os

Atualmente, nos sitemas de produção de qualquer empresa o que se busca é o aumento cada vez maior da produtividade, fazer mais com menos. A incorporação de novas tecnologias e de modernos equipamentos, que prometem ser mais rápidos e aumentar o volume de produção, parece ser a solução para todos os problemas. Porém, muitas empresas esquecem do básico, que é atacar os desperdícios. Estes vilões estão presentes em todos os processos, alguns são evidentes outros nem tanto, existindo até mesmo aqueles que se escondem por baixo de nossos paradigmas, de crenças e costumes herdados de outras épocas.
Antes de investir em tecnologia a empresa deveria gastar um pouco de tempo na busca para reconhecer seus desperdícios e tentar eliminá-los. Esta pratica é um dos pontos primordiais da filosofia do Just In Time (JIT), um modo de ver a função de produção a partir da eliminação de tudo aquilo que não agregue valor ou que traga custos indiretos ao processo de fabricação.
Uma forma simples de definirmos desperdício é tudo aquilo que o cliente não está disposto a pagar quando compra nosso produto ou serviço. Segunto o JIT o desperdício não significa somente perda de tempo, mas também de dinheiro, por meio de sobrecarga dos recursos, que poderiam ser utilizados em outras funções, pelas ineficiências que ficam escondidas quando não temos a noção dos tipos de desperdício. A seguir vamos ver alguns casos de desperdícios mais comuns:
Supervisionar o trabalho de uma máquina - em várias situações as empresas empregam máquinas para a realização do trabalho. Estas têm uma grande autonomia, necessitando de algumas intervenções esporádicas por parte do operador. Assim, para que a máquina não pare colocam um operador na frente dela que fica a maior parte do tempo somente olhando sem realizar nenhum trabalho útil.
Esperas - nos sistemas de produção criou-se o paradigma de se trrabalhar por lotes. Neste caso, frequentemente o operador de um posto espera completar o lote do posto anterior para então começar a trabalhar. Ou então fica de braços cruzados esperando a chegada de um material ou o reparo de um equipamento.
Retrabalho de produtos com defeitos - quando um produto apresenta defeito dentro do sistema produtivo, geralmente ele é retrabalhado para que volte à condição inicial. Esta operação gera perdas com produto que apresentou defeito e deixou de ser produzido, e também porque quando o mesmo retornar ao fluxo normal do processo ocupará o lugar de um novo produto bom que deveria ser produzido.
Máquinas defeituosas - nenhuma máquina consegue trabalhar sem parar, até a mesmo mais perfeita, que é o corpo humano, necessita de paradas para manutenção (banhos, dormir, comer, distração, etc.) para que possa operar em um ritmo normal. É comum nas empresas se negligenciar a manutenção preventiva sob a desculpa da necessiadde de produção. Porém quando a máquina apresenta defeito por falta de prevenção, o custo e o tempo de parada são maiores do que as economias que foram feitas por não deixá-la parar para manutenção.
Procurar ferramentas - em muitas operações existe a necessidade da utilização de ferramentas e dispositivos para auxiliarna execução das mesmas. O que acontece é que não existe um local determinado para o seu armazenamento nem uma identificação. Assim quando há necessidade de uso ocorrem perdas devido ao tempo desperdiçado na "caça às ferramentas".
Produzir mais do que o necessário - é a fabricação de produtos em quantidade maiores que a demanda solicitada. Este tipo de desperdício é um dos piores, pois gera outro desperdício que é o inventário. Na produção em lotes as empresas produzem em quandes quantidades e até mais do que o necessário para não perder tempo na preparação das máquinas, para melhor aproveitamento da matéria-prima que está disponível ou até mesmo para criar pulmões caso algo dê errado no futuro. Esta prática gera custo de posse do inventário, obsolescência de produtos e também leva a entregar fora do prazo as quantidades e os modelos que os clientes realmente necessitam.
Inventário - o inventário também é um desperdício, seja sob a forma de matéria-prima quanto de produtos acabados. As empresas mantêm níveis altos de inventários com a finalidade de prever proteção quanto a problemas futuros, tais como atraso de fornecimento, quebra de máquinas, variação da demanda, prazos de entregas e outros. Desta forma, quanto mais problemas a empresa tiver mais inventário ela vai gerar para se proteger dos mesmos, levando-a a adotar níveis cada vez maiores de inventário sem, entretanto, atacar as causas dos problemas. O inventário passa então a ser a solução para todos os problemas, porém com um custo muito elevado.
Como vemos, o desperdício está mais presente em nosso dia-a-dia do que gostaríamos. A nossa função é conhecê-los e combatê-los, principalmente por meio da conscientização e da busca da eficiência em todas as atividades, além de eliminar aquelas que não agregam valor aos produtos.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

A IMPORTÂNCIA DA BOA COMUNICAÇÃO COM SEUS EMPREGADOS
Manter uma boa comunicação com seus empregados é realmente importante para a empresa?
Para respondermos a esta pergunta, nós vamos analisar duas empresas fictícias; exemplificaremos como empresa A e B.
A empresa A é administrada por um empresário muito reservado, centralizador, e que não tem o hábito de conversar com seus empregados.
Nesta empresa o papel dos empregados limita ao cumprimento das normas fixadas pelo empresário, em que não se admite questionamento, muito menos críticas sobre suas decisões ou sobre o modelo de negócios adotado pela a empresa.
Nela, seguestões ou críticas não são bem-vindas, mas sim encaradas como perda de tempo ou como demonstração de má vontade por parte dos empregados que as façam.
Já na empresa B, o empresário é uma pessoa acessível, de mente aberta, que sabe delegar responsabilidade, sempre disposto a ouvir seus empregados. Nela o empresário estimula as sugestões e críticas de seus funcionários em relação a qualquer assunto ligado à empresa. Ali, os empregados sabem que podem expor suas idéias, sem medo de sofrerem retaliações.
Na sua opinião, qual das duas empresas têm mais chance de sucesso?
Com certeza a maioria concordará que a empresa B apresenta mais chances de sucesso, pois ao manter aberto um canal permanente de comunicação com seus empregados, o empresário estará mais preparado para lidar com as novas exigências do mercado; saberá por meio de seus empregados qual o nível de satisfação de seus clientes; saberá quais produtos ou serviços têm maior ou menor demanda; poderá implanntar sugestões que reduza desperdícios e aumente a produtividade da empresa, entre outras vantagens competitivas.
Caso a comunicação com os empregados permita esses tipos de melhoria e benefícios, por que ainda nos deparamos com empresas do tipo A?
Os motivos para que ainda existam empresas do tipo A quase sempre estão relacionados diretamente com a personalidade do empresário, ou seja, a falta de comunicação dele com seus empregados normalmente é fruto de uma mentalidade fechada ao diálogo.
Como a finalidade primeira de uma empresa é a geração de lucros, se o empresário não tiver noção que uma comunicação mais eficiente entre o empresário e seus funcionários tem reflexos diretos no lucro da empresa, é aconselhável que o empresário mude sua atitude, construindo canais eficientes entre o patrão e o empregado.
Como toda mudança de atitude e postura costuma ser gradual, o primeiro passo seria iniciar uma rotina de diálogo com seus empregados. Faça uma reunião semanal ou quinzenal com sua equipe, tendo como primeiro objetivo ouvir as sugestões e críticas da mesma. mantenha a mente aberta, evitando criar objeções em relação às novas idéias. demonstre que a opinião dos seus empregados é bem-vinda, aplicando-as sempre que possível em sua empresa.
Agindo sistematicamente desta forma, será possível em pouco tempo estabelecer um mecanismo eficinte de comunicação com seus empregados, podendo aproveitar-se daquilo que eles têm a dizer de forma favorável a empresa.
Fonte: Site sebrae, artigo de Boris Hermanson

terça-feira, 13 de julho de 2010

Dicas de construção - Projeto
De posse do terreno, e legalmente registrado, é hora de pensar no projeto. É hora de por no papel os seus planos, mas... Por onde começar? Será econômico gastar dinheiro com Arquitetos e Engenheiros se é tão fácil traçar as paredes num papel e dar para um empreiteiro construir?
Nem pense nisso! Como diz a sabedoria popular "o barato sai caro", e em construção esse ditado se aplica literalmente. Fazer economia no projeto é a maior ingenuidade que você poderia cometer.
O preço do projeto representa, aproximadamente, 5% do custo total da obra. Construir sem projeto pode significar ter que demolir e reconstruir algumas partes da casa ou refazer alguns serviços podendo chegar a prejuízos de cifras totalmente imprevisíveis, além da perda da qualidade da sua construção. Resultado: custos altos, tempo perdido, aborrecimentos, etc.
O projeto de Arquitetura
Quando se fala no projeto da casa ou do prédio, na verdade está-se falando num conjunto de projetos que incluem o Projeto Arquitetônico, o Projeto Estrutural, o Projeto Elétrico, o Projeto Hidrosanitário, O projeto de telefônia, de Ar condicionado, e outros que devam complementar esse conjunto em função do que se deseja construir.
Nos casos comuns de residências e pequenas construções residenciais e comerciais os cinco primeiros projetos, acima relacionados, atendem perfeitamente.
O pimeiro projeto, que vai servir de base para a feitura dos demais, é o projeto Arquitetônico. Normalmente elaborado por um arquiteto, o Projeto de arquitetura é a materialização de uma idéia, aliada a aspectos técnico tais como funcionalidade, conforto, estética, salubridade, e segurança, além de outros aspectos legais. É a interface entre a idéia e a realidade do que se deseja construir.
Nele estão representados os cômodos com suas divisões, dimensões e áreas, as peças sanitárias dos banheiros e áreas de serviço, a disposição do mobiliário, tudo isso em planta (horizontal) e em cortes (vertical). Inclui-se também nesse projeto a locação do terreno, o detalhamento do telhado e as fachadas.
O projeto Arquitetônico deve ser aprovado no orgão competente da Prefeitura Municipal, podendo o custo dessa aprovação estar ou não incluído nos serviços do arquiteto, devendo ser combinado antes.
Projetos complementares
Aprovado o Projeto de arquitetura passa-se à feitura dos demais projetos complementares, que devem ser elaborados por engenheiros civis e eletricistas. Estes deverão, ainda, atender rigorosamente ao Projeto Arquitetônico em todos os seus detalhes e especificações.
O Projeto Estrutural, também chamado de Cálculo Estrutural é o dimensionamento das estruturas, geralmente de concreto armado, que vão sustentar a edificação, transmitindo as suas cargas ao terreno. Elaborado por engenheiro civil, esse projeto é de fundamental importância, pois é o responsável pela segurança do prédio contra rachaduras (trincas) e desabamentos. Uma estrutura com lajes, vigas, pilares e fundações superdimensionados representa custos altos e não significa obrigatóriamente segurança. É preciso que haja um perfeito equilíbrio entre o concreto e o aço dentro dos elementos estruturais para que as peças sejam consideradas seguras e, conseqüentemente, tada a obra. Uma estrutura mal dimensionada pode, até não cair, mas trazer problemas como trincas que são, na maioria das vezes de solução muito difícil e cara.
Para elaboração do Projeto Estrutural será necessário, além do Porjeto Arquitetônico, o Laudo de Sondagem. Esse documento, detalhadamente confeccionado por empresas especialistas em sondagens, apresenta o perfil do solo abaixo do nível zero, ou seja, com todos os tipos e camadas de solos e suas respectivas resistências à compreenssão. Este laudo é necessário para o dimensionamento adequado das fundações. Sem ele o engenheiro projetista de estruturas deverá prever, por medida de segurança, resistências do solo inferiores, aumentando conseqüentemente as bases das fundações. Em construções de mais de dois pavimentos o laudo de Sondagem é indispensável.
O Projeto de Instalações Elétricas deve ser elaborado por um engenheiro eletricista e vem a ser o dimensionamento das cargas elétricas, fios, eletrodutos, disjuntores e vários outros elementos com seus respectivos detalhamentos. É um projeto muito importante, pois uma instalação mal dimensionada e mal executada, apesar do emprego de material de 1º qualidade, pode acabar gerando grandes despesas futuras e até acidentes de grandes proporções como incêndios.
O Projeto de Instalações Hidrosanitárias pode ser feito por um engenheiro civil ou por um arquiteto e é o responsavel pelo bom dimensionamento das tubulações de águas e esgotos sanitários e pluviais. Promove economia, conforto e higiene. Casos comuns de pouca pressão de água e mal cheiro em ralos são oriundos da falta de um bom Projeto Hidrosanitário.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Dica:COMO ADMINISTRAR PESSOAS
Conceitos de adiminstração de pessoas, como cooperação e distribuição de tarefas
Para a existência da organização, é indispensável a cooperação entre os funcionários. Para isto, os cargos devem ser coerentemente descritos e os salários, bem administrados.
Administrar pessoas é fazer com que cooperem umas com as outras, mas cada uma focada em atrbuições específicas de cada cargo, em prol do objetivo da empresa. para isso, o empresario precisa definir os conceitos de organização, a descrição dos cargos e a admnistração de salários.
- Organização: as organizações são formadas por indivíduos que devem alcançar determinados objetivos que, em ação individual isolada, não conseguiriam alcançar. A cooperação entre esses indivíduos é essencial para a existência da organização.
- Descrição dos cargos: descrever um cargo consiste em enumerar todas as tarefas e responsabilidades atribuídas ao seu ocupante. Ao descrever um cargo, não podemos levar em consideração a pessoa que ocupa atualmente, mas sim o que esse cargo deve realizar e quais são as suas atribuições.
- Administração de salários: conjunto de normas e procedimentos que visam a estabelecer e/ou manter estruturar de salários eqüitativas e justas na organização. Cada cargo tem o seu valor individual. O salário deve basear-se em um sistema lógico de comparações internas e externas dos cargos e de seus respectivos vencimentos.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Mapeamentos e Processos
O mapeamento de processo é uma técnica usada para detalhar o processo de negócios focando os elementos importantes que influenciam em seu comportamento atual. Mapear ajuda a identificar as fontes de desperdício, fornecendo uma linguagem comum para tratar dos processos de manufatura e serviços, tornando as decisões sobre o fluxo visíveis, de modo em que se possa discutí-las, agregando conceitos e técnicas enxutas, que ajudam a evitar a implementação de algumas técnicas isoladamente, formulando a base para um plano de implementação e mostrando a relação entre o fluxo de informação e o fluxo de material.
Objetivos:
- Atribuir responsabilidades;
- Identificar atividades fragmentadas por diversos departamentos ou áreas, as quias devem ser reagrupadas;
- Determinar atividades repetitivas sem valor agregado ou que não possuem cliente, as quais devem ser eliminadas;
- Identificar desperdícios, gargalos, burocracia, perdas de tempo, duplicações e repetições, a fim de eliminá-los;
- Identificar tarefas que, mesmo acrescendo valor, podem ser simplificadas;
- Descobrir atividades auxiliares que não fazem parte da missão da empresa e que podem ser terceirizadas com vantagens operacionais de qualidade e custo.
CONCEITO INTUITIVO DO PROCESSO
Isto implica em três coisas:
1) O que será transformado: ENTRADA (inputs);
2) A transformação em si: PROCESSO;
3) O resultado da transformação: SAÍDA (outputs).
O processo é qualquer atividade que recebe uma entrada (input), agregando-lhe valor e gerando uma saída (output) para um cliente interno ou externo.
Os processos fazem uso dos recursos da organização para gerar resultados concretos.
CONCEITO GERENCIAMENTO DE PROCESSO
É o conjunto de pessoas, equipamentos, informações, energia, procedimentos e materiais relacionados por meio de atividades para produzir resultados específicos, baseados nas necessidades e desejos dos clientes.
SUB DIVISÕES DO PROCESSO
- Macro Processos:
Unidades de negócios, filiais, etc.
- Processos:
Oferta, engenharia, administração de contrato, etc.
- Sub-Processos:
Recebimento do pedido, análise do contrato, etc.
MISSÃO DO PROCESSO
A aplicação do gerenciamentos do processo exige uma precisa identificação de "parea que" e "porque" o processo existe.
Os objetivos/missão dos processos devem estar alinhados com missão/objetivos da organização e de ve existir complementariedade entre eles.
ESTRUTURA DA MISSÃO DO PROCESSO
Modo de ação (fazer) + Complemento (o quê e/ou quem) + Busca de diferencial colocado como desafio necessário à satisfação do cliente (de que modo).

segunda-feira, 5 de julho de 2010

QUANDO VALE A PENA DIZER NÃO PARA O CLIENTE?
Seja qual for o tamanho ou segmento da sua empresa, a pressão por resultados é constante. Por isso muitos empreendedores acreditam que devem fazer de tudo para agradar aos clientes antigos, e dar conta das expectativas daqueles que consideram ser consumidores em potencial. Mas esses raciocínio pode ser uma armadilha. Nem sempre a empresa pode ou deve atender aos desejos dos clientes. Por incrível que pareça, dizer um sonoro não a alguns pedidos pode ser um bom negócio. Antes de fazer concessões, dar descontos mirabolantes e disponibilizar a equipe para prestar um tratamento diferenciado, é necessário calcular se aquele freguês vale mesmo a pena. "Qualquer cliente dá trabalho. O que é preciso avaliar é se os dois lados vão sair ganhando", diz Carlos Alberto Miranda, sócio da consultoria Ernest & Young. Vários fatores podem influir na decisão, mas existem duas perguntas que os empresários devem tentar responder. Você está focado nos seus clientes mais lucrativos, ou perdendo tempo com gente que não traz dinheiro para a empresa? O cliente em questão se identifica com o seu modelo de negócio? Comece por aí. Depois, verifique se o seu caso se encaixa em alguns dos exemplos a seguir.
- PEDIDOS SURREAIS: quando o freguês expressa um de sejo qua não está ao seu alcance, é hora de dizer não. "Não adianta garantir ao cliente que pode fazer tudo e depois decepcioná-lo", diz Miranda. "É merlhor ser sincero e dizer que, infelizmente, não vai poder atendê-lo". diz o consultor Marcelo Cherto. "se for o caso, indique outras empresas que possam viabilizar o negócio, A sua firma não vai receber nada, mas vai ganhar credibilidade junto ao cliente. Quam sabe, em um futuro próximo, essa outra empresa não retribua, indicando o seu negócio para um cliente dela?"
- CLIENTES QUE TOMAM O SEU TEMPO: se você gasta tempo com quem nunca está preparado, nem com disposição de ouvir os seus conselhos, está na hora de mudar. Esse tipo de cliente é um disperdício de energia e dificilmente vai gerar um retorno compensador. Você não pode ajudar quem não quer ser ajudado.
- DESCONTOS E PECHINCHAS: Todos os trabalhos têm um preço justo. Se a empresa propõe um preço e o cliente pede um desconto, ok, faz parte da negociação. Mas, se o cliente continua penchinchando, insistindo para que o preço seja ainda menor, é sinal de que não valoriza o trabalho da empresa. Talvez seja a hora de dizer não. Se o cliente em questão for muito importante para o negócio, uma solução é oferecer o produto por um valor simbólico. E deixar claro que se trata de uma cortesia.
- PERSONALIDADE DIFÍCIL: Nada é bom o bastante para esse cliente. Ele reclama de tudo e de todos, e transforma sua vida (e de seus funcionários) em um inferno. Talvez seja a hora de se livrar desse incômodo e dar atenção para apenas aqueles que apreciam a empresa. Claro que é preciso ter bom senso: não é o caso de dispensar o freguês na primeira reclamação. Para Roberto Meir, especialista internacional em relações de consumo e atendimento a clientes, rejeitar o interessado é uma decisão que só deve ser tomada em último caso. "hoje em dia, um cliente pode destruir o seu negócio usando internet. Então, vale a pena tentar atendê-lo", diz.
DEPENDÊNCIA DE GRANDES CLIENTES: Essa é uma situação comum: muitas vezes a empresa sofre ao depender completamente de um grande cliente. "Nesses casos, costuma-se aceitar situações que beiram o abuso", diz Miranda. "Por isso, é importante fazer o gerenciamento de riscos para poder estabelecer limites e saber quando se deve dizer não."
- MIMOS E AGRADOS: Encher o cliente de agrados nem sempre é a melhor estratégia. Veja o exemplo de Marcelo D'Angelo, 30 anos, diretor financeiro da CompTotal, empresa paulista de comércio de componentes eletrônicos. Em 2008, a Comp investiu R$ 500 mil para importar da China um isolante termorretrátil, espécie de fita isolante que se contrai quando aquecida por sopro térmico, aderindo às superfícies de componentes, cabos e conectores. Assim que recebeu o produto, Marcelo foi inundados por pedidos de amostras. No início, cedeu, mandando pedaços da fita para seus clientes em todos o Brasil. "Mas no final de 2009, vi que não podia mais agir assim. fui criterioso. Disse não para aqueles que nitidamente queriam usar a amostra sem intenção de encomendar nada. Falei que poderia enviar, mediante um depósito em conta, para aqueles que ainda estavam em dúvida. E disse sim para aqueles que eu queria muito que se tornassem meus clientes".
Fonte: HTTP://REVISTA PEGN.GLOBO.COM

quinta-feira, 1 de julho de 2010