sexta-feira, 29 de abril de 2011

A importância de elaborar um Plano de Negócios

OPlano de Negócios

Por que é importante elaborar um Plano de Negócios?

As razões são inúmeras, mas pode-se ter uma idéia da sua relevância analisando os erros mais comuns de novos exportadores.

"A primeira razão citada é que o sucesso na exportação está estritamente ligado à definição de objetivos, metas e ao levantamento dos problemas que poderão surgir. Em segundo lugar, a empresa deve desenvolver um plano para atingir os objetivos definidos, tendo em perspectiva os problemas detectados."

Ao desenvolver seu Plano de Negócios, necessariamente a empresa deverá abordar todos estes aspectos. O processo de elaboração do Plano de Negócios permitirá que se diminua a probabilidade de erros no processo de exportação (ou na condução de qualquer novo projeto).

"A segunda razão mais comum é o não comprometimento da administração superior para superar as dificuldades iniciais da exportação e a não definição clara dos recursos financeiros necessários para dar conta do projeto de exportação."

O processo de elaboração do Plano de Negócios exige um comprometimento das pessoas - chave da empresa com relação aos objetivos e metas acordados, assim como da forma que tais objetivos serão alcançados. A última parte do Plano de Negócios consiste em refletir em números o que foi proposto. Um dos resultados que transparecerão na parte financeira é: quanto dinheiro a empresa precisa para realizar a proposta e de onde este dinheiro virá.

O Plano de Negócio é o melhor instrumento para traçar um retrato fiel do mercado, do produto e das atitudes do empreendedor. Desenvolver o seu é um sinal de maturidade e planejamento – através de seu plano de negócio quem quer iniciar uma empresa tem mais segurança para alcançar o êxito e também ampliar ou promover inovações. (SEBRAE)

Fonte: http://migre.me/4oehj

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Inflação em SP acelera para 0,65% na 3ª prévia de abril

SÃO PAULO – O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), apurado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), apresentou variação de 0,65% na terceira quadrissemana de abril, depois de ter fechado o mês com alta de 0,61%. O indicador, que mede a inflação da cidade de São Paulo, ficou pouco acima do piso das estimativas dos analistas consultados pelo AE Projeções, que iam de 0,63% a 0,74%, com mediana de 0,68%. No mesmo período do mês passado, a alta foi de 0,37%.

Na comparação entre a segunda e a terceira quadrissemana de abril, três dos sete itens pesquisados tiveram aceleração da alta de preços. Transportes passaram de uma elevação de 1,41% no último levantamento para uma inflação de 1,50%. O grupo Despesas Pessoais saiu de uma alta de 0,31% para uma elevação de 0,66%. Em Saúde, a inflação medida pelo IPC foi de 1,17%, ante 0,82% no levantamento anterior.

Os preços do grupo Habitação mantiveram a mesma variação (0,35%) da pesquisa anterior. Já os outros três itens registraram desaceleração da alta de preços. No grupo Alimentação, os preços haviam subido 0,71% na segunda quadrissemana deste mês e agora tiveram alta de 0,64%. No grupo Vestuário, os preços saíram de uma inflação de 0,18% na segunda quadrissemana de abril para uma deflação de 0,20% na terceira prévia. Finalmente, em Educação, os preços subiram 0,10%, menos do que o 0,13% da segunda quadrissemana.

Veja como ficaram os grupos que compõem o IPC na segunda quadrissemana de abril:

Habitação: 0,35%

Alimentação: 0,64%

Transportes: 1,50%

Despesas Pessoais: 0,66%

Saúde: 1,17%

Vestuário: -0,20%

Educação: 0,10%

Geral: 0,65%

Fonte: http://migre.me/4mGOX

terça-feira, 26 de abril de 2011

Mercado volta a elevar previsão de inflação em 2011

Após alta de 0,25 pp na Selic, expectativa em relação ao IPCA subiu de 6,29% para 6,34%

O mercado financeiro voltou a elevar a projeção para a inflação em 2011, segundo o boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira, 25, pelo Banco Central (BC). De acordo com a pesquisa, a expectativa para a inflação oficial neste ano subiu de 6,29% para 6,34%, em um patamar ainda mais distante do centro da meta de inflação, que é de 4,50%. A meta tem margem de tolerância de dois pontos porcentuais para cima ou para baixo.

Os analistas mantiveram a projeção para a inflação em 2012 em 5,00%. No caso da inflação de curto prazo, o mercado elevou de 0,70% para 0,79% a previsão para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de abril de 2011. Para a inflação de maio, a taxa prevista passou de 0,42% para 0,41%.

O mercado financeiro manteve a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2011, em 4,00%, segundo o boletim Focus. Para o ano que vem, a projeção para o crescimento da economia recuou de 4,25% para 4,21%. A estimativa para o crescimento da produção industrial em 2011 passou de 4,08% para 4,06%. Para 2012, a projeção para a expansão da indústria recuou de 4,68% para 4,65%.

Juros e dólar

De acordo com a pesquisa Focus, os analistas também mantiveram a previsão para a Selic (a taxa básica de juros da economia) para o fim de 2011, em 12,25% ao ano. Hoje, a taxa está em 12,00% ao ano. A projeção para a Selic no fim de 2012 seguiu em 11,75% ao ano.

Para o mercado de câmbio, os analistas prevêem que o dólar encerre 2011 em R$ 1,65, mesmo valor estimado na semana anterior. A projeção do câmbio médio no decorrer de 2011 passou de R$ 1,63 para R$ 1,62. Para o fim de 2012, a previsão para o câmbio foi de R$ 1,71 para R$ 1,70.

Contas externas

O mercado financeiro alterou a previsão para o déficit nas contas externas em 2011. A previsão para o déficit em conta corrente neste ano passou de US$ 61,50 bilhões para US$ 60,50 bilhões. Para 2012, o déficit em conta corrente do balanço de pagamentos estimado seguiu em US$ 69,10 bilhões.

Já a previsão de superávit comercial em 2011 subiu de US$ 17,20 bilhões para US$ 18,00 bilhões. Para 2012, a estimativa para o saldo da balança comercial passou de US$ 10,00 bilhões para US$ 10,05 bilhões. Analistas mantiveram a estimativa de ingresso de Investimento Estrangeiro Direto (IED) em 2011, em US$ 45,00 bilhões. Para 2012, a previsão também seguiu no mesmo valor de US$ 45,00 bilhões.

 
 

Fonte http://migre.me/4lSUR


 

 
 

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Microfranquias: opções incluem até serviço de correspondente bancário

Tornar-se empreendedor faz parte dos planos até de quem não tem muito para gastar. Para estes, as pequenas e microfranquias - que vêm se popularizando nos últimos anos, são uma opção de baixo investimento com boas chances de retorno. As possibilidades nesse campo prevêem desembolso de até R$ 50 mil. De serviços de jardinagens a conserto de computadores, é possível encontrar muitas oportunidades. E nem a área de finanças fica de fora.

A economista Glaucia Gallo Pereira é dona da Finnance, uma marca de franquia de crédito em consignação, com quatro lojas no interior de São Paulo. "Decidi expandir meu negócio e oferecer microfranquias de R$ 35 mil", explica. Segundo ela, a expectativa é abrir pelo menos 50 lojas até o final do ano.

O negócio de Glaucia consiste em usar sua experiência como correspondente bancário - trabalha com várias instituições oferecendo crédito - e transferir esse know how para interessados em ter seu próprio negócio nesse ramo. Ela também ajuda a fazer a intermediação entre o interessado e o Banco Central e as instituições com as quais trabalha. A Finnance ainda oferece treinamento, consultor de gestão e suporte para que o franqueado se adapte aos padrões da rede.

De acordo com a Associação Brasileira de Franquias (ABF), as microfranquias representam hoje mais de 50 marcas no País e devem crescer 20% em 2011 enquanto as tradicionais devem ficar em 15%.

Esses pequenos negócios atraem jardineiros, professores, eletricistas, enfermeiros, médicos, economistas e outros profissionais, que hoje têm suas empresas diferenciadas, com custo fixo reduzido e ainda contam com assessoria técnica, jurídica, contábil e em recursos humanos dada pelas empresas franqueadoras - exatamente o que faz a diferença em relação a um empreendimento individual.

Exemplos disso e o público de classe C que se interessava em abrir pequenas franquias,nesse segmento há franqueadora que oferece cinco marcas de microfranquias: Doutor Faz Tudo, de serviços domésticos; Home Angels, de cuidadores de idosos; Tutores, de reforço escolar; Amigo Computador, de manutenção de computadores; e a Dr. Jardim, de jardinagem e limpeza de piscinas. Essas franquias necessitam de investimento entre R$ 20 mil a R$ 25 mil para serem abertas.

Segundo Hipólito, desde que entrou no mercado, em junho de 2008, até dezembro de 2010, a Zaiom criou as cinco redes e atraiu 478 franqueados. É necessário que o franqueado seja um profissional técnico com experiência na área em que vá atuar e esteja presente na administração do negócio.

O negócio pode render remuneração de R$ 6mil a R$ 8 mil líquidos por mês, diz Hipólito.

"Posso dizer que estou muito bem e consigo uma renda melhor que o salário que eu tinha", diz Décio Berto Júnior, que há nove meses deixou a profissão de treinador de time de futebol para abrir uma franquia da Doutor Faz Tudo. "Investi R$ 15 mil e pelo serviço que está entrando, estou bem satisfeito, pois daqui para frente vou ter de fazer parcerias e ampliar minha atuação", diz. O negócio funciona em sua casa, no centro de Santo André.

Fonte:
http://migre.me/4lagK



 

terça-feira, 19 de abril de 2011

Nota Fiscal Paulista libera créditos de 2010 ao contribuinte

A Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo libera, a partir de hoje, os créditos do programa Nota Fiscal Paulista acumulados durante o segundo semestre do ano passado.

Os contribuintes com CPFs cadastrados no programa poderão transferir os créditos para conta-corrente e para a poupança ou reservá-los para abatimento do IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores).

O programa do Estado de São Paulo já distribuiu R$ 3,3 bilhões desde seu início, em 2007, até meados de dezembro. Esta é a sétima liberação de créditos da Nota Fiscal Paulista.

De acordo com reportagem da Folha de ontem, as compras em lojas de roupas, calçados, óticas e restaurantes são as que geram mais retorno para os consumidores em créditos da Nota Fiscal Paulista.

O montante de créditos depende do valor de ICMS recolhido pelo estabelecimento comercial, do gasto em compras e do número de clientes que solicitaram nota com CPF nas lojas.

Fonte:
http://migre.me/4hojZ


 

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Meu cliente quer ser meu franqueado, e agora?

 

Em um mercado cada vez mais congestionado por marcas, idéias e consumidores exigentes, torna-se muito difícil para o empresário brasileiro decidir qual o melhor caminho para o crescimento de sua empresa. Neste cenário, a expansão através do sistema de franquias vem se tornando, cada vez mais, um investimento seguro e vendável, uma opção para aqueles que pretendem investir na corajosa empreitada de crescer. Mas, como definir a hora exata para essa tomada de decisão?

Acredito que o potencial de uma empresa para se transformar em uma franqueadora não depende apenas da sua necessidade e de seus anos de experiência, mas sim da solidificação de sua estrutura. A experiência comprova que uma empresa pode se considerar apta para emergir – e ter sucesso – no segmento de franchising quando estiver devidamente estruturada. E essa estrutura se faz essencial primeiramente para gerir de forma eficaz sua rede própria e, posteriormente, para transferir esse know-how a um investidor potencial.

Além de proporcionar aos futuros franqueados um sistema operacional plenamente equilibrado e comprovadamente vencedor, a franqueadora precisa também estar preparada para direcionar o investidor nas questões jurídicas, mercadológicas, financeiras e administrativas.

Para que um negócio tenha sucesso vale a pena dizer que, o primeiro passo é constituir uma base consistente, ou seja, além da assessoria na escolha do ponto comercial, a franqueadora deve orientar e gerenciar o investidor na elaboração do contrato social, na decisão da opção de apuração de lucro e principalmente no planejamento financeiro da nova franquia.

O número de solicitações mensais que uma loja – ou uma rede de lojas próprias - recebe para se tornar franqueadora é um excelente termômetro para determinar o momento certo de partir para o franchising. Porém, destaco, a seguir, algumas dicas para as empresas que pretendem expandir seus negócios através do sistema de franquias.

Inicialmente, é fundamental verificar se a empresa possui um "segredo de negócio", ou seja, um know-how diferenciado de sua concorrência que já representa uma significativa garantia de sucesso. A segunda verificação deve ter como foco a gestão do negócio, que deve ser eficiente o bastante para gerir, no mínimo, mais três unidades com sua atual estrutura.

Finalmente, é fundamental possuir uma reserva de caixa para formatar juridicamente e comercialmente seu sistema de franquia de acordo com as exigências da legislação do país. Para isso, o franqueador deve contar com o apoio de um planejamento tributário eficaz para que a rede cresça financeiramente sadia, contribuindo para um melhor desempenho na sua rentabilidade.

Patrícia Barreto Gavronski é empresária, sócia do Grupo Machado, especializada em consultoria em novos negócios e franchising, planejamento jurídico e tributário.

FONTE: http://www.empreendedor.com.br/artigo/meu-cliente-quer-ser-meu-franqueado-e-agora

quinta-feira, 14 de abril de 2011

DIAGNÓSTICO EMPRESARIAL, O QUE É, COMO E POR QUE FAZER?

O QUE É ? – Na vida pessoal como também, na vida empresarial é indispensável que, anualmente, façamos um check-up. O diagnóstico é um instrumento para levantar todos os aspectos da empresa, vendas, estoques, processos produtivos, estrutura de custos, ações de marketing, posicionamento mercadológico, posições financeiras. Esses levantamentos e avaliações devem compor uma série histórica para comparativo interno, com os dados anteriores da empresa, e externos, dentro do setor onde ela atua. Seu principal objetivo é identificar, dificuldades e oportunidades para que a empresa possa crescer e desenvolver, quando ela está equilibrada ou, recuperar-se e equilibrar-se, quando está com déficit, seja ele financeiro lucrativo ou não.
COMO FAZER?
– Como qualquer diagnóstico inicia-se respondendo, de forma imparcial, a algumas perguntas; Que poderia ter feito a empresa? Que pode fazer a empresa ? Que quer fazer a empresa? Que deverá fazer a empresa? Tenho realmente vontade de agir? Intervenções visando modificar certas atividades serão rentáveis no curto prazo ? O clima da empresa admite tal intervenção? E quanto ao longo prazo, o que fazer? Com as respostas e frente aos levantamentos efetuados traçar metas, objetivos e prazos de execução.
POR QUE FAZER? Primeiramente responder as questões, e colocar em evidência qualquer desarmonia entre as estruturas da empresa ou entre a realidade do mercado onde está inserida. O diagnóstico é um instrumento indispensável de gestão, uma técnica gerencial de primeira ordem, mesmo que a empresa apresente resultados satisfatórios. Neste caso, as decisões poderão ser mais importantes, porque poderão melhorar os resultados de uma empresa lucrativa. Em resumo, quando tudo vai mal, não fazer nada é a pior solução. O diagnóstico é o instrumento que apresenta uma visão global e dinâmica da empresa e que define um roteiro geral ao processo de decisão. É um procedimento que possibilita ao empresário obter uma visão clara, simples e precisa do conjunto do seu negócio. Não se adota aqui soluções já prontas ou milagrosas. Para apontar diretrizes, o diagnóstico prevê uma abordagem direta, profunda e eficaz, adequada ao objetivo a ser alcançado. Objetivo este que é levantar os pontos fortes e fracos da empresa em todos os seus aspectos. Os pontos fortes serão explorados ao máximo; os pontos fracos serão elencados com causas e sugestões de correção.
A decisão de implementar ações deve ser cuidadosamente pesada. O diagnóstico, tendo cumprindo sua finalidade, identificando os problemas, então avaliará os recursos humanos e suas qualificações ajudando a implantar as soluções encontradas.

Lembre-se: sempre é tempo de avaliar e reavaliar sua empresa. A pior atitude é nada fazer, pois, quem para é ultrapassado por quem continuamente atualiza-se.

FONTE: http://migre.me/4fhZI


 


 


 

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Gabrielli volta a dizer que preço da gasolina deve subir

Para presidente da Petrobras, se o petróleo não baixar, reajuste será inevitável

A queda de braço entre a Petrobras e o governo pelo aumento da gasolina ganhou nesta terça-feira um novo capítulo. O presidente da estatal, José Sergio Gabrielli, voltou a afirmar que o preço do combustível pode ser reajustado, caso a cotação do petróleo se estabilize em patamares próximos do atual. Gabrielli acompanha a visita da presidente Dilma Rousseff à China.

Segundo ele, a estatal fez seu planejamento para 2011 considerando o preço de 65 dólares a 85 dólares o barril de petróleo. Nesta manhã, o contrato futuro de petróleo tipo Brent com vencimento em maio superava os 124 dólares o barril em Londres, enquanto o petróleo WTI, também de maio, estava próximo de 110 dólares o barril em Nova York.

"Se continuar no patamar atual, vamos ter de ajustar a gasolina", afirmou Gabrielli durante uma entrevista coletiva em Pequim. Ele ressaltou, porém, que nenhuma decisão sobre o reajuste será adotada enquanto houver volatilidade na cotação do petróleo.

Na semana passada, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que o preço da gasolina não seria reajustado. A declaração do ministro veio em seguida a uma afirmação de Gabrielli de que acenava com a possibilidade de aumento.

 
 

Demanda - Os preços elevados do petróleo já começaram a afetar a demanda, de acordo com a Agência Internacional de Energia (AIE).  "Há um verdadeiro risco de que um petróleo a mais de 100 dólares o barril não seja compatível com o ritmo da recuperação econômica mundial", afirma a agência em seu relatório mensal. 

Na segunda-feira, a cotação do petróleo fechou próxima de 110 dólares em Wall Street.

(Com agências Estado e France-Presse)


 

Fonte:http://migre.me/4eIVf

terça-feira, 12 de abril de 2011

Tudo o que você queria saber sobre Franquias!

Franquia ou franchising empresarial é o sistema pelo qual o franqueador cede ao franqueado o direito de uso da marca ou patente, associado ao direito de distribuição exclusiva ou semi-exclusiva de produtos ou serviços.

É uma sistemática de negócio, formalizada por um contrato, onde a pessoa jurídica (o franqueado) atua no mercado utilizando o nome/marca de outra pessoa jurídica (o franqueador), sendo esta normalmente já consagrada.

Eventualmente, o franqueador também cede ao franqueado o direito de uso de tecnologia de implantação e administração de negócio ou sistemas desenvolvidos ou detidos pelo franqueador, mediante remuneração direta ou indireta, sem ficar caracterizado vínculo empregatício.

Vantagens do franqueado

Para o franqueado, esta sistemática é vantajosa por:
a) iniciar um negócio contando com a credibilidade de um nome ou marca já conhecida no mercado.
b) contar com o apoio (que inclui orientação e treinamento) do franqueador, pois o mesmo tem interesse em zelar pelo seu nome/marca.
c) utilizar a tecnologia de produção, comercialização, marketing, entre outras, já desenvolvida pelo franqueador.

Vantagens do franqueador

Para o franqueador, as principais vantagens são:
a) aumentar a divulgação de seu nome/marca, inclusive em outros estados e/ou países.
b) aumentar seu faturamento por meio da cobrança do uso do nome/marca, tecnologia ou pela venda de produtos para o franqueador revendedor.
c) não ser necessário investir capital em forma de instalações, equipamentos e recursos humanos (com exceção de algumas despesas operacionais de controle das franquias realizadas), para obter os benefícios descritos anteriormente.

Contrato de franquia

Instrumento pelo qual o franqueador concede seu uso a outro empresário que é o franqueado, assim como o direito de distribuição, prestando-lhe assistência técnica e administrativa para viabilização de negócios ou sistema operacional detido ou desenvolvido pelo franqueador, mediante o pagamento de uma taxa inicial e/ou percentual sobre o volume dos negócios realizados pelo franqueado.

No Brasil, as franquias encontram respaldo legal na Lei 8.955, de 14 de fevereiro de 1994, conhecida como Lei das Franquias.

Passo a passo para adquirir uma franquia

1) Fazer uma auto-avaliação para medir suas chances de sucesso no mundo empresarial.
2) Entender as diferenças entre um negócio independente e uma franquia.
3) Informar-se sobre o funcionamento de um franchising.
4) Escolha do segmento e ramo.
5) Contatar a franquia escolhida para obter as informações básicas do negócio e a Circular de Oferta de Franquia (COF), que é um tipo de manual que deve conter as informações sobre a empresa franqueadora e ser entregue a todos os candidatos a franqueados, conforme estabelece a Lei de Franquias.
6) Visitar os franqueados da rede para certificar-se de que o negócio é um sucesso.
7) Antes de assinar o contrato, fazer uma comparação com o que está escrito na COF. Na dúvida, busque auxílio de consultoria especializada.


 

FONTE:  SEBRAE Nacional

http://migre.me/4erUa

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Setor produtivo está otimista com desempenho da economia em 2011, diz Ipea por Agência Brasil

As entidades que representam o setor produtivo estão otimistas com a economia do país, esperando que o Produto Interno Bruto (PIB), neste ano, cresça 4,5%; a inflação fique dentro da meta, fechando em 5,9%; e a taxa de juro, Selic, chegue a 12,5%.

Estas estimativas foram divulgadas pelo Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea) e constam do boletim Sensor Econômico, referente a janeiro e fevereiro. O documento foi elaborado com base nas expectativas de representantes da indústria, do comércio, da agricultura, tais como associações, câmaras, sindicatos, federações e confederações.

O coordenador da pesquisa, Renaut Michel, lembra que estas projeções podem oscilar até dezembro. Mas que, no caso do PIB, a variação não deve ser muito grande, já que está sustentada em uma base de comparação muito alta, que é o comportamento da economia no ano passado, quando o crescimento do país ficou em 7,5%.

Michel explica também sobre a inflação que, somente no segundo semestre, as medidas adotadas, como o corte de gastos públicos e a elevação da taxa de juros, devem se refletir em uma queda do indicador para 5,9%. Na coleta oficial, feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), somente em março poderá ocorrer o termino do acumulo da alta inflação de 6,13% dos últimos 12 meses.

"No modelo do Banco Central, a taxa de juro afeta a economia, o produto, no período que vai de seis a nove meses do início do aumento do juro. Então, é provável que, só no segundo semestre, as medidas de política monetária afetem a trajetória da inflação", afirmou o economista.

O Sensor Econômico também revela que o setor produtivo espera a geração de 2 milhões de empregos com carteira assinada até o final de ano, principalmente, de vagas para trabalhadores qualificados, além de estimar uma taxa de investimento de 13,5%. Em 2010, a estimativa ficou em 9%.

Embora possa ocorrer uma oscilação com a moeda norte-americana, o setor produtivo projeta uma taxa de câmbio com o dólar a R$ 1,73. O valor é considerado elevado pelas empresas exportadoras, mas não indica um saldo negativo da balança comercial

Segundo a pesquisa, o país deve terminar o ano com superávit de US$ 17 bilhões na balança comercial. Podendo as exportações chegar a US$ 220 bilhões e as importações devendo ser de US$ 203 bilhões.

O Ipea evitou comparar os dados do boletim com outras estimativas feitas pelo mercado ou órgãos de governo e informou que divulgará suas projeções para a economia na próxima semana.


 

Fonte: www.empreendedor.com.br